
E morte repentina da jovem Ana Marília Miranda de apenas 20 anos de idade, na madrugada da última quinta-feira (18), chocou a população de Campo Verde, a causa da morta que está sendo investigada, seria por Dengue.
Segundo as informações obtidas, mais cedo na quarta-feira (17), ela teria procurado por atendimento médico em um posto de saúde do município, com quadro de sintomas típicos da doença, a noite ela procurou atendimento médico no Hospital Municipal Coração de Jesus e na madrugada acabou não resistindo.
Sobre essa fatalidade, nós conversamos com a gerente de vigilâncias em saúde de Campo Verde, a enfermeira Cristiane Simões, ela comentou que realmente a investigação está em curso, “nós remetemos as amostras ao Laboratório Central do Estado (LACEM) e vamos aguardar o resultado para saber se a causa da morte foi realmente dengue.
Claro que a situação choca realmente a população, ainda mais por se tratar de uma pessoa tão jovem, nos solidarizamos com a dor desta família, vamos aguardar agora para saber com certeza as causas.”
Não se sabe se a jovem tinha alguma doença pré-existente, segundo informações que obtivemos junto a amigos de Ana, eles não tinham conhecimento de nenhuma comorbidade que ela poderia ter.
Campo Verde tem enfrentado uma epidemia de casos da doença, os dados do mês de janeiro ainda estão em curso, mas se sabe que o número de já confirmados é elevado, ainda mais em comparação com os meses anteriores.
A Secretaria de Saúde, através da Vigilância Ambiental e outras secretarias, tem unido forças para realização de mutirões e campanhas nos bairros mais críticos, porém a participação popular é fundamental.
A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.
Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.
A vacina contra a doença deve ser distribuída a partir de fevereiro pelo Ministério da Saúde, porém neste primeiro momento um grupo de faixa etária específica deve receber o imunizante, que será ministrado em duas doses.
Fonte: Redação Plantão da Notícia

















